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Agropecuária Doce Vida 30/10/2015
Grandes campeãs da raça Wagyu da 73ª Exposição Agropecuária de Alegrete são da Doce Vida

A raça Wagyu pisou no parque de exposições Dr. Lauro Dornelles pela segunda vez na história da Exposição Agropecuária de Alegrete para participar da 73ª edição do evento.

A raça Wagyu pisou no parque de exposições Dr. Lauro Dornelles pela segunda vez na história da Exposição Agropecuária de Alegrete para participar da 73ª edição do evento. Após a estreia  em 2014, a Agropecuária Doce Vida, localizada no Angico em Alegrete e pioneira na criação desta raça japonesa na fronteira oeste, levou seis matrizes, doadoras de embriões para serem expostas na mostra, objetivando oportunizar o conhecimento da raça ao público e aos produtores locais. Os animais também participaram de um julgamento, realizado na tarde de sexta-feira, 16 de outubro. O médico veterinário Fernando Furtado Velloso veio para Alegrete especialmente para avaliar os animais. " Atuei pela primeira vez como jurado desta raça e foi um bom aprendizado. Obrigado pela atenção dos criadores e dos organizadores" se pronunciou. Em pista ele atribuiu o título de grande campeã para a fêmea "Yakult BR 1096" (foto) que na Expointer já havia conquistado o prêmio de campeã vaca acima de 5 anos. A roseta de reservada ficou com "Nipoaxé SP047". Atualmente, o criatório alegretense possui o maior plantel de animais registrados (PO) no Rio Grande do Sul pela Associação Brasileira dos Criadores de Bovinos da Raça Wagyu. A Expofeira de Alegrete é a única na região a sediar uma mostra da raça. 

 

A raça
De médio porte, ossatura leve, cascos resistentes e pelagem tradicionalmente preta (embora também existam os animais de pelagem vermelha) e chifres finos, a raça tem demonstrado boa adaptabilidade em nossa região. No entanto o ponto forte do Wagyu é mesmo a sua carne, considerada por muitos como o “caviar da carne bovina” por ser diferenciada e por ser este o fator que o faz tão famosa no mundo todo. No Japão, o preço médio do quilo custa o equivalente a R$ 1 mil. No Brasil, o produto é hoje o xodó de muitos restaurantes de alta gastronomia nas metrópoles do centro do país. O prato chega a custar mais de R$ 200. Isto se deve ao fato da característica da carne produzida pelos bovinos da raça, que é o elevado índice de marmorização (gordura entremeada nas fibras musculares), o que confere muito mais sabor e suculência à carne. 

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